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Pedrada Cinema Brasileiro
 


 

 

História do Cinema Brasileiro
 
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Cena do filme "O Pagador de Promessas": prêmio no festival de Cannes

Ao contrário do que aconteceu na Europa e nos Estados Unidos, o cinema brasileiro demorou para se desenvolver no século XX. Somente na década de 1930 que surgiram as primeiras empresas cinematográficas, produtoras de filmes do gênero chanchada.


O grande salto de desenvolvimento do cinema nacional ocorreu somente na década de 1960. Com o conhecido “Cinema Novo”, vários filmes ganharam destaque nos cenários nacional e internacional. Podemos dizer que o marco inicial desta época de prosperidade cinematográfica nacional foi o lançamento do filme “O Pagador de Promessas”, escrito e dirigido por Anselmo Duarte. Foi o primeiro filme nacional a ser premiado com a Palma de Ouro do Festival de Cinema de Cannes.

Com o lema “ uma câmara na mão e uma idéia na cabeça”, outros diretos impulsionam o Cinema Novo. Os filmes deste período começam a retratar a vida real, mostrando a pobreza, a miséria e os problemas sociais, dentro de uma perspectiva crítica, contestadora e cultural. Neste contexto, aparecerem filmes como “ Deus e o diabo na terra do Sol” e “Terra em transe”, ambos do diretor Glauber Rocha. Outro cineasta que também merece destaque neste período é Carlos Diegues, autor de Ganga Zumba.

As décadas de 1970 e 1980 representam um período de crise para o cinema nacional. A crítica e os grandes problemas nacionais saem de cena para dar espaço para filmes de consumo fácil, com temáticas simples e de caráter sexual, muitas vezes de mau gosto. É a época da pornochanchada. A qualidade é deixada de lado, e os cineastas, muitos deles sem representatividade no cenário nacional, começam a produzir em larga escala.

Mesmo neste período, alguns cineastas resistem a onda e procuram produzir filmes inteligentes e bem elaborados. Podemos destacar os seguintes filmes neste contexto: “Aleluia Gretchen” de Sílvio Back; “Vai trabalhar vagabundo” de Hugo Carvana e “Dona Flor e seus dois maridos” de Bruno Barreto.

A década de 1990 é marcada pela diversidade de temas e enfoques. O filme passa ser um produto rentável e a "indústria cinematográfica" ganha impulso em busca de grandes bilheterias e altos lucros. Neste sentido, as produções brasileiras procuram atender públicos diversos. Comédias, dramas, política e filmes de caráter policial são produzidos em território nacional. Com políticas de incentivo e empresas patrocinadoras, o Brasil começa a produzir filmes que mobilizam grande número de espectadores.

Curiosidades do cinema brasileiro:


- Em 1973, o Brasil criou o Festival de Gramado, realizado anualmente na cidade de mesmo nome, na Serra Gaúcha. O troféu, conhecido como “kikito” é uma figura risonha, esculpida em bronze.
- Até 2006, nenhum filme brasileiro havia agnhado o Oscar de melhor filme estrangeiro.

 




Escrito por Dj Pedrada às 11h09
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Cinema mundo, fatos importantes.


Qual o país que mais faz filmes no mundo?

Adivinhe qual é a maior indústria cinematográfica do mundo? Aposto que você pensou nos Estados Unidos por causa de Hollywood, não é ? Pois saiba que você está totalmente enganado... Na verdade, a maior indústria cinematográfica do mundo pertence à Índia!

E os números são impressionantes: ela produz uma média de 700 filmes todos os anos! Só para se ter uma idéia, Hollywood produz de 300 a 400 filmes por ano. E, com tanto filme assim, é lógico que a mão-de-obra tem que ser muito maior, né? Pois bem, 2 milhões de pessoas trabalham nessa indústria, que atrai 70 milhões de espectadores por semana!

Mas, apesar de fazer Hollywood comer poeira, a indústria indiana ganhou um nome parecido: Bollywood!

Quem se dá bem nessa história toda é o governo indiano que fica com 60% da verba dos filmes graças aos impostos cobrados...

Mas o que importa de verdade é que os indianos sabem fazer bons filmes para o mundo inteiro prestigiar!

Ação!

Você sabe o nome daquele objeto utilizado pelo auxiliar de diretores de cinema (ou televisão) na hora em que eles dizem: "luz, câmera, ação!"?

Para quem respondeu claquete, parabéns! Mas você sabe qual é a utilidade delas? As claquetes são usadas para dar uma forcinha na hora de ajustar o som e a imagem. É que, geralmente, a imagem é filmada em uma fita e o som em outra, entendeu?

Filmes que se cansaram de ganhar Oscars...

Você sabe quais foram os dois filmes que mais faturaram Oscars? Pois lá vão eles:

- Ben Hur, em 1960: essa superprodução chegou a gravar 280 horas para chegar à duração final de 211 minutos! Acabou levando para casa o Oscar de melhor filme, melhor diretor (William Wyler), melhor ator (Charlton Heston), melhor ator coadjuvante (Hugh Griffith), melhor fotografia, efeitos especiais, entre outros.

- O outro é o velho conhecido Titanic, de 1998: faturou grandes prêmios como o de melhor direção (James Cameron), melhor direção de arte, melhor fotografia, melhor figurino, melhor montagem, melhor trilha sonora original para drama, melhor som, melhores efeitos visuais, melhores efeitos sonoros e melhor canção original, para a melosa música My heart will go on, da cantora Celine Dion.

Ainda no naufrágio

E por falar em Titanic, o filme é um grande recordista nas telonas: tirando os documentários de curta duração, é a história que mais vezes ganhou versões cinematográficas desde 1915!

Seriam 25 no total de longas metragem (filmes bem compridos, geralmente com mais de uma hora de duração), se as empresas de navegação britânicas não tivessem impedido o diretor Alfred Hitchcock de filmar o seu "Titanic" em 1939. Que chatas, não?

 

 

 



Escrito por Dj Pedrada às 10h49
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O vencedor é... quer dizer, e o Oscar vai para...

Todo mundo deve saber que o Oscar é uma das premiações mais importantes para quem trabalha com cinema, mas quando ele surgiu? Por que recebeu esse nome? Ah, tem tanta história por trás desses bastidores...

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood surgiu no dia 19 de março de 1927, graças ao presidente da produtora Metro-Goldwin Mayer, Louis B. Mayer, e um grupo de 36 diretores e atores.

A primeira entrega de prêmios aconteceu em maio de 1929 no Hotel Roosevelt de Los Angeles. No começo, as cerimônias eram almoços ou jantares em hotéis ou grandes restaurantes. Havia um pequeno detalhe: todos já sabiam do resultado! O primeiro presidente da Academia foi Douglas Fairbanks.

Até 1940 os jornais recebiam a lista dos premiados, desde que prometessem manter segredo até o final da noite. Em 1939, o jornal Los Angeles Times quis bancar o espertinho e quebrou o acordo. Resultado: a partir de 1941, a Academia resolveu lacrar os envelopes e manter sigilo absoluto até a noite de entrega.

A expressão "the winner is..." (o vencedor é...) foi substituída pela famosa "and the Oscar goes to..." (e o Oscar vai para...) em 1989. E sabe por que isso aconteceu? Para que não os outros concorrentes não ficassem com a impressão de que eram perdedores, acredita?

Por que Oscar?

 

O tão disputado troféu do Oscar é uma estatueta de 34 centímetros, que pesa 3,85 quilos. No começo ela era feita de bronze, mas durante a Segunda Guerra Mundial passou a ser feita de gesso para economizar metal. Hoje ela é composta de 92,5% de estanho, 7,5% de cobre e é folheada a ouro 14 quilates!

Cada troféi custa 150 dólares. Pode não parecer muito para um astro de Hollywood, mas os vencedores devem assumir o compromisso de jamais vender uma estatueta, a não ser que seja para a própria Academia e pelo preço de... 10 dólares! Mesmo assim, em um leilão que aconteceu no ano de 1993, o Oscar que Vivien Leigh ganhou em 1940 pelo filme "E o Vento Levou" foi arrematado por nada menos que 562 mil dólares!

O nome oficial da estatueta é Prêmio da Academia ao Mérito, mas por que será que todo mundo o chama de Oscar? Diz a lenda que, em 1931, a bibliotecária e futura diretora executiva da Academia, Margaret Herrick, disse que a tal estátua lembrava seu tio Oscar Pierce, um fazendeiro do Texas. Um crítico de cinema chamado Sidney Skolsky ouviu o comentário e publicou!

O nome agradou, mas foi só em 1939 que a Academia começou a usar o nome oficialmente.

Curiosidades

- Os filmes mais premiados na história do Oscar foram: Ben Hur, em 1960, e Titanic, em 1998, que levaram para casa 11 prêmios cada! Já os recordistas de indicações foram A Malvada, em 1951, e Titanic, de novo, com 14 cada. A Malvada, um filmão com a atriz Bette Davis, recebeu 6 troféus!

- Às vezes os indicados são tão bons que o empate é inevitável... Foi assim na categoria de Melhor Ator em 1932, quando Wallace Beery (que atuou no filme O Campeão) e Fredric March (O médico e o Monstro) dividiram o prêmio. Katharine Hepburn (O Leão no Inverno) e Barbara Streisand (Funny Girl, a Garota Genial) também empataram na categoria de Melhor Atriz em 1969.

- Em qualquer cerimônia tem sempre aquelas pessoas que gostam de falar, não é mesmo? Que o diga Greer Garson, que discursou por mais de uma hora após ganhar o Oscar de melhor atriz em 1942 pelo filme Rosa da Esperança.

- Crianças também têm seu lugar no Oscar! Tatum O'Neal foi a criança mais nova a receber o tão cobiçado prêmio: ela tinha apenas 10 anos quando garantiu a estatueta de melhor atriz coadjuvante pelo filme Lua de Papel (1973). Shirley Temple, com 6 aninhos, levou para casa uma micro-estatueta simbólica em 1935 por sua contribuição ao cinema. Danadas essas meninas, não?

 
Recordes cinematográficos!

Ser ator ou atriz principal de um filme não deve ser coisa fácil: ter mais diálogos significa trabalho maior para decorar o texto e gravar as cenas. Quem deve saber bem disso é o ator americano John Wayne! Ele é o recordista de papéis principais na história do cinema: atuou como protagonista em 142 filmes dos 153 que fez em toda a sua carreira - que durou de 1927 a 1976.

Mas a carreira dele não foi a mais longa, não! O alemão Curt Bois estreou em 1908, aos 8 anos de idade, em um filme chamado "Amor de Mãe" e encerrou a carreira com o lindíssimo filme "Asas do Desejo", do diretor alemão Wim Wenders, em 1988. Fez as contas? Foram 80 anos de carreira, um recorde incrível !!

O rei das selvas!

A imaginação pode levar a gente para qualquer lugar, não é? Que o diga o escritor americano Edgar Rice Burroughs: o criador do Tarzan nunca foi para a selva, dá para acreditar?

Em 1914, Edgar escreveu a famosa história do filho de John e Alice Clayton, nobres ingleses que morreram na costa africana. O menino foi, então, educado por uma macaca chamada Kala. Na selva mesmo conheceu Jane, filha de um professor americano, com quem casou e teve um filho.

No cinema, o nome do menino era Boy. Já nos livros, ele se chamava Jack - os macacos não conseguiam pronunciar e acabam dizendo "Korak". Além disso, só no cinema o nome da "macaca de estimação" do Tarzan era Chita: nos livros e nos desenhos animados ela era chamada de Nikima.

Edgar Rice Burroughs morreu em 1950, e foi enterrado em uma cidadezinha, no estado da Califórnia, chamada... Tarzana!

Beijos no cinema...

Hoje pode parecer bastante normal, mas em 1895 o público ficou chocado com o primeiro beijo da história do cinema.
Nome do filme: O Beijo de May Irvin e John C. Rice (o filme é americano).
Nome dos artistas: May Irvin e John Rice!

O beijo mais longo do cinema também aconteceu nos Estados Unidos. Foi em 1940, entre o ator Regis Toomey e a atriz Jane Wyman.
Nome do filme: "In Army".
Tempo de duração do beijo: 3 minutos e 5 segundos!

O recorde de beijos em um só filme também pertence aos americanos: o ator John Barrymore "lascou" 127 beijinhos nas atrizes Mary Astor e Estelle Taylor em 1927.
Nome do filme: Don Juan. Só podia ser...


 

 

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Escrito por Dj Pedrada às 16h02
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